Meet Joe Black!
Ou melhor, conheçam o Mogens (pra você que não fala dinamarquês, pronuncia-se "Môuns", mais ou menos).
Noite passada bateu saudade do "The Bridge" (Bron|Broen), seriado sueco-dinamarquês (disponível no Net NOW e no Muu), quando escutei a música-tema ("Hollow Talk" por Choir of Young Believers - http://youtu.be/Vy7yuj-UrNI). Já comentei o quanto eu gosto dessa leva de produções "da minha terra" (The Bridge, Government, Real Humans) que andam "pipiuando" por aqui e munido de nostalgia fui caçar por informações sobre o dito cujo. Logo de cara, a boa notícia: uma segunda temporada foi filmada em outubro e deve estrear (por lá) em agosto! Yay!!! Então procurei por blu-rays dos tais seriados e eles existem, mas somente na Europa. O que quer dizer que não tocam nos players daqui (Américas) e que viriam com legendas em português de Portugal, caso tocassem.
Resolvi então mandar um e-mail para a DR-TV, a "BBC" de lá, tanto pra elogiar (e pelo que vi, há vários outros seriados bacanas saindo) como pra perguntar se não tinham planos de lançar os discos no Brasil.
- Caro Eduardo, obrigado por seu e-mail positivo. Fico contente de ler que você gosta do nosso trabalho! Infelizmente, como você já sabe, não temos um distribuidor de vídeos na América do Sul. Nem temos planos de vender os discos em formato multi-região - isto infringiria os acordos com distribuidores que temos em outras localidades. Me desculpe não poder ajudá-lo. Minha única esperança é de que em breve tenhamos um distribuidor por aí! Tudo de bom, Mogens.
Então respondi agradecendo e sugeri que "empurrassem" suas produções para a Globosat, onde têm sido exibidas.
- Caro Eduardo, eles já são bons clientes! Portanto eu acho que você pode esperar por mais [temporadas/seriados] no futuro!
Curioso com tanta simpatia (e-mails respondidos rapidamente) volto ao site da DR pra ver a cara do mancebo e percebo que seu cargo, ali, é de Assistente de Vendas. Estagiário?? Nhé! Mas na assinatura dos e-mails é de Gerente de Vendas & Marketing. Hmmm!!!
- P.S.: Parabéns pela carreira ascendente!
- Valeu! Nosso povo de web nem sempre é rápido! ;-)
Oooownnnn, meu amigo!! No próximo e-mail vou convidá-lo a conhecer a "Globeleza" ao vivo! Mas não a minha, que não tô precisado thankyouverymuch. Pensei no Lucas (só falar de filosofias e monjas que o Mano aparece!) ou na Deividi. :-)
Mas este relato foi inspirado mesmo é pelo Bracciola, pra ensiná-lo como é que se faz. ;-)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
felicidade vs. realidade
Postando por email a gente acaba se esquecendo de rascunhos. Este é de outubro. Não sei se está claro o suficiente pra publicação, mas vai assim mesmo. Se alguém ler e não entender, conversamos.
"Outro dia vi uma associação entre felicidade infantil e consumo de entorpecentes que me deixou pensando.
Antes de mais nada e extremamente importante, uso "entorpecente" em vez de "droga" porque acho que o uso recreativo, sem vício e desde que sem prejuízos grandes para a saúde, não é moralmente condenável.
Fiquei pensando justo nesse recreativo. Pessoas que se entorpecem pra relaxar, se divertirem. Isso sería o nível "um", o chamado consumo "social". Um segundo nível é quando o fazem (também) pra dar um tempo na chamada realidade.
De novo, e não posso acentuar o suficiente, não falo de vícios.
Emprego ruim, família ruim, (falta de) amores ruins, governo ruim, mundo ruim... é bem verdade que qualquer motivo desses que nos fazem querer fugir pra outra dimensão! Por isso até compreendo. Mas neste ponto meu pensamento abandonou os tais entorpecentes (meros veículos!) e ficou na fuga da realidade.
A monja do Ermão largou o LSD quando descobriu que "viajava" igual, meditando. E se não me engano existe em todas as culturas e religiões esse conceito de "conexão com o Divino", o Cosmos, a Coletividade, a Revelação. E isso é visto como bom e como objetivo a almejar.
Pensei que há um desvio na nossa interpretação quando a fazemos assim superficialmente. Porque a verdadeira Conexão, o verdadeiro Divino, não acontece quando nos desligamos da realidade. Acontece quando somos felizes dentro dela, apesar dela, por causa dela! O "barato" da meditação devia ser afastar as dúvidas, os medos e as decepções. Nunca - nunca mesmo - fugir deles.
Talvez a palavra nem seja "afastar" e sim "compreender" (mais que "aceitar") e, a partir disto, separar o que é real do que é fantasioso. E, claro, mudar o que for necessário pra se ter mais trigo do que joio!
Continuo a caminhar."
"Outro dia vi uma associação entre felicidade infantil e consumo de entorpecentes que me deixou pensando.
Antes de mais nada e extremamente importante, uso "entorpecente" em vez de "droga" porque acho que o uso recreativo, sem vício e desde que sem prejuízos grandes para a saúde, não é moralmente condenável.
Fiquei pensando justo nesse recreativo. Pessoas que se entorpecem pra relaxar, se divertirem. Isso sería o nível "um", o chamado consumo "social". Um segundo nível é quando o fazem (também) pra dar um tempo na chamada realidade.
De novo, e não posso acentuar o suficiente, não falo de vícios.
Emprego ruim, família ruim, (falta de) amores ruins, governo ruim, mundo ruim... é bem verdade que qualquer motivo desses que nos fazem querer fugir pra outra dimensão! Por isso até compreendo. Mas neste ponto meu pensamento abandonou os tais entorpecentes (meros veículos!) e ficou na fuga da realidade.
A monja do Ermão largou o LSD quando descobriu que "viajava" igual, meditando. E se não me engano existe em todas as culturas e religiões esse conceito de "conexão com o Divino", o Cosmos, a Coletividade, a Revelação. E isso é visto como bom e como objetivo a almejar.
Pensei que há um desvio na nossa interpretação quando a fazemos assim superficialmente. Porque a verdadeira Conexão, o verdadeiro Divino, não acontece quando nos desligamos da realidade. Acontece quando somos felizes dentro dela, apesar dela, por causa dela! O "barato" da meditação devia ser afastar as dúvidas, os medos e as decepções. Nunca - nunca mesmo - fugir deles.
Talvez a palavra nem seja "afastar" e sim "compreender" (mais que "aceitar") e, a partir disto, separar o que é real do que é fantasioso. E, claro, mudar o que for necessário pra se ter mais trigo do que joio!
Continuo a caminhar."
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
eu trago um anjo nos braços e ouro no coração
... a FIAT é confusa. Nunca me mandou carta quando eu tinha carro da marca mas ontem me mandou um "brinde" no qual me chamava de Lígia (no envelope, estava tudo certo). Porra, Fiat... nem se eu fosse puta me chamaria Lígia. Arranha um pouco os ouvidos, não é sexy! Aliás, nem "...ardo" é.
... acho que na próxima aula podíamos tentar um "chili con carne"! Chefinho aqui disse que fez e pelo que me explicou nem é difícil. Ou eu posso tomar vergonha na cara e começar a cozinhar por conta própria, né? Mas ah... com companhia é mais gostoso!
... meu gastrocnêmio até que é legal! Não sei se ganha concurso. Mas o tibial que é desenvolvido e duro feito pedra.
... com milhares de músicas no tal do Rdio tem sido bem bacana ficar com o "randômico" tocando o dia todo. Tanta coisa que eu enfiei na coleção, muitas delas sem nem lembrar como/de onde, sempre geram surpresas no ouvido. Também acabo redescobrindo sons que já curti muito: agora toca Brasília 5:31/Here Comes the Sun (Hey Na Na, dos Paralamas. Bons tempos, junto com Nove Luas e meu favorito: Severino).
... um site/blog opinativo bem interessante, via Pedro Burgos: http://www.oene.com.br/pra-que-servem-as-peticoes-online-contra-politicos-corruptos/
... acho que na próxima aula podíamos tentar um "chili con carne"! Chefinho aqui disse que fez e pelo que me explicou nem é difícil. Ou eu posso tomar vergonha na cara e começar a cozinhar por conta própria, né? Mas ah... com companhia é mais gostoso!
... meu gastrocnêmio até que é legal! Não sei se ganha concurso. Mas o tibial que é desenvolvido e duro feito pedra.
... com milhares de músicas no tal do Rdio tem sido bem bacana ficar com o "randômico" tocando o dia todo. Tanta coisa que eu enfiei na coleção, muitas delas sem nem lembrar como/de onde, sempre geram surpresas no ouvido. Também acabo redescobrindo sons que já curti muito: agora toca Brasília 5:31/Here Comes the Sun (Hey Na Na, dos Paralamas. Bons tempos, junto com Nove Luas e meu favorito: Severino).
... um site/blog opinativo bem interessante, via Pedro Burgos: http://www.oene.com.br/pra-que-servem-as-peticoes-online-contra-politicos-corruptos/
foi tão bonito subir no palco e cantar pra vocês
Às 06h20 o despertador toca. Checo os emails, o Instagram e o Facebook (somente mensagens ou notificações, rápido como sempre: nunca fico pra "chatear" no dito cujo). Abro a janela. Visto as meias, a cueca, a camisa. Volto pra cama porque esqueci os óculos. Coloco o celular somente em 3G e em vibração e o jogo no bolsinho da mochila. Visto as calças que estão penduradas na cadeira. Lavo o rosto, escovo os dentes, faço xixi. Aqui pode haver variação, e pode ser antes das calças. Mas nunca antes das cuecas, meias e camisa: "libero" um cômodo inteiro antes de passar para o próximo. Tomo uns goles de suco e pego a marmita na geladeira, acomodando-a cuidadosamente na mesma mochila, a fim de que não vire ou se abra no trajeto. Abro a porta, chamo o elevador. Nesse meio tempo tranco a casa (duas voltas), guardo as chaves em outro bolso da mochila e pego as chaves do carro. São 06h43. Às 06h58 estou no trabalho.
Tudo sempre igual, mas amanhã será tudo diferente. Porque amanhã eu acordo às 06h15. Rodízio veicular.
Tudo sempre igual, mas amanhã será tudo diferente. Porque amanhã eu acordo às 06h15. Rodízio veicular.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
mein kampf
(...)
05/01/1998 a 24/01/1998
11/01/1999 a 30/01/1999
10/01/2000 a 08/02/2000
18/12/2000 a 06/01/2001
03/12/2001 a 01/01/2002
02/12/2002 a 31/12/2002
03/11/2003 a 22/11/2003
20/12/2004 a 08/01/2005
05/12/2005 a 24/12/2005
04/09/2006 a 23/09/2006
24/09/2007 a 13/10/2007
26/05/2008 a 14/06/2008
09/03/2009 a 07/04/2009
07/06/2010 a 06/07/2010
14/03/2011 a 12/04/2011
05/03/2012 a 03/04/2012
11/02/2013 a 12/02/2013
19/02/2013
27/02/2013
29/03/2013 a 02/05/2013
05/01/1998 a 24/01/1998
11/01/1999 a 30/01/1999
10/01/2000 a 08/02/2000
18/12/2000 a 06/01/2001
03/12/2001 a 01/01/2002
02/12/2002 a 31/12/2002
03/11/2003 a 22/11/2003
20/12/2004 a 08/01/2005
05/12/2005 a 24/12/2005
04/09/2006 a 23/09/2006
24/09/2007 a 13/10/2007
26/05/2008 a 14/06/2008
09/03/2009 a 07/04/2009
07/06/2010 a 06/07/2010
14/03/2011 a 12/04/2011
05/03/2012 a 03/04/2012
11/02/2013 a 12/02/2013
19/02/2013
27/02/2013
29/03/2013 a 02/05/2013
yossi
Meu fim-de-semana teve altos e baixos.
Começou supimpa com o retorno do Sol depois de (parecem) várias semanas. Não pensei muito: engoli um copo de suco e corri para o parque. Até deu pra pegar uma cor (vermelho-camarão) nos ombros e costas. Assim não fico com aquela marca de mangas de camiseta.
Depois fui para a aula de culinária. Primeira matéria: como descascar berinjela com uma faca cega. Dica: não dá! Mas o tal pesto de manjericão ficou supimpa, comi vários pães sírios lambuzados na pastinha verde. E a mãe aprovou muito a berinjela ao forno. Eu mesmo ainda não tive coragem: algo naquela cor e consistência (pós-cozimento) me afastam do legume. Mas a questão não era eu comer, era começar a pegar traquejo na cozinha.
Aí o cinema não rolou. Talvez seja preciso um estado de espírito ótimo para assistir um bando miseráveis (cantando!) na telona por 3 horas e trilili. Não sei, deve ser um bom filme - pelo menos o autor-mór é quase meu irmão gêmeo, descontados uns muitos anos e 1 dia. Depois (no outro dia) tive que lidar com um ataque de pânico que eu pensava já ser coisa do passado.
Eu posso ser um bom ouvido e até uma boa companhia. Mas o que eu queria mesmo era ser um curandeiro e resolver facilmente os problemas daqueles que eu amo.
Bom, se não foi perfeito pelo menos estive bem acompanhado em todos os momentos, inclusive - acho - quando fiquei sozinho. É o que importa. 'bora pro carnaval?
Começou supimpa com o retorno do Sol depois de (parecem) várias semanas. Não pensei muito: engoli um copo de suco e corri para o parque. Até deu pra pegar uma cor (vermelho-camarão) nos ombros e costas. Assim não fico com aquela marca de mangas de camiseta.
Depois fui para a aula de culinária. Primeira matéria: como descascar berinjela com uma faca cega. Dica: não dá! Mas o tal pesto de manjericão ficou supimpa, comi vários pães sírios lambuzados na pastinha verde. E a mãe aprovou muito a berinjela ao forno. Eu mesmo ainda não tive coragem: algo naquela cor e consistência (pós-cozimento) me afastam do legume. Mas a questão não era eu comer, era começar a pegar traquejo na cozinha.
Aí o cinema não rolou. Talvez seja preciso um estado de espírito ótimo para assistir um bando miseráveis (cantando!) na telona por 3 horas e trilili. Não sei, deve ser um bom filme - pelo menos o autor-mór é quase meu irmão gêmeo, descontados uns muitos anos e 1 dia. Depois (no outro dia) tive que lidar com um ataque de pânico que eu pensava já ser coisa do passado.
Eu posso ser um bom ouvido e até uma boa companhia. Mas o que eu queria mesmo era ser um curandeiro e resolver facilmente os problemas daqueles que eu amo.
Bom, se não foi perfeito pelo menos estive bem acompanhado em todos os momentos, inclusive - acho - quando fiquei sozinho. É o que importa. 'bora pro carnaval?
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
porque hoje é... fevereiro!
Na religião romana antiga, Februus era o deus da purificação. Ele também foi adorado sob o mesmo nome pelos etruscos (um aglomerado de povos que viveram na península Itálica na região a sul do rio Arno e a norte do Tibre, mais ou menos equivalente à atual Toscana, com partes no Lácio e Úmbria). Para os etruscos, Februus era também o deus da riqueza (dinheiro/ouro) e da morte, ambos ligados ao submundo da mesma forma natural que o mais conhecido deus romano Plutão (Hades, para os gregos, que ainda mais antigamente tinha um conceito mais positivo como o deus que preside o "além-vida", não a "morte").
Februus pode ter se tornado a romana Febris, deusa da febre e da malária. Estas moléstias são ligadas ao suor, que era considerado uma lavagem, um purgativo, um processo purificador.
Februus é, possivelmente, nomeado em honra ao mais antigo Februa (também Februalia e Februatio), o Festival da Primavera de lavagem e purificação. O mês sagrado de Februus era Februarius e daí veio o inglês February, com o nome do festival que ocorria no dia 15 desse mesmo mês.
Essas atividades de purificação aconteciam na mesma época que o Lupercália, festival romano em honra a Fauno (do latim Faunus, "favorável", ou também Fatuus, "destino" ou ainda "profeta") e também ao lobo que amamentou Rômulo e Remo. Durante este festival sacrifícios expiatórios e purificações rituais também eram realizadas e devido a essa coincidência, os dois deuses (Fauno e Februus) muitas vezes eram consideradas a mesma entidade.
O Império Romano deu continuidade ao uso do mês de FEBRUARIUS com 29 dias, sendo 30 dias nos anos bissextos (a cada 4, não 6 anos). Mas César Augusto mandou "surrupiar" um dia de Fevereiro e colocar no mês de Agosto, que tinha esse nome em sua homenagem. Ele queria que seu mês tivesse o mesmo tanto de dias que o mês de Julho, homenagem a Júlio César!
Um deus que pode ter se tornado uma deusa. Um rei que se tornou um deus, ou um deus-rei. Um guardião de riquezas, como meu nome - composto pelos vocábulos anglo-saxões "ead" (riquezas, fortuna) e "weard" (guardião, protetor). Um fauno daria uma bela tatuagem. Um dia.
Februus pode ter se tornado a romana Febris, deusa da febre e da malária. Estas moléstias são ligadas ao suor, que era considerado uma lavagem, um purgativo, um processo purificador.
Februus é, possivelmente, nomeado em honra ao mais antigo Februa (também Februalia e Februatio), o Festival da Primavera de lavagem e purificação. O mês sagrado de Februus era Februarius e daí veio o inglês February, com o nome do festival que ocorria no dia 15 desse mesmo mês.
Essas atividades de purificação aconteciam na mesma época que o Lupercália, festival romano em honra a Fauno (do latim Faunus, "favorável", ou também Fatuus, "destino" ou ainda "profeta") e também ao lobo que amamentou Rômulo e Remo. Durante este festival sacrifícios expiatórios e purificações rituais também eram realizadas e devido a essa coincidência, os dois deuses (Fauno e Februus) muitas vezes eram consideradas a mesma entidade.
O Império Romano deu continuidade ao uso do mês de FEBRUARIUS com 29 dias, sendo 30 dias nos anos bissextos (a cada 4, não 6 anos). Mas César Augusto mandou "surrupiar" um dia de Fevereiro e colocar no mês de Agosto, que tinha esse nome em sua homenagem. Ele queria que seu mês tivesse o mesmo tanto de dias que o mês de Julho, homenagem a Júlio César!
Um deus que pode ter se tornado uma deusa. Um rei que se tornou um deus, ou um deus-rei. Um guardião de riquezas, como meu nome - composto pelos vocábulos anglo-saxões "ead" (riquezas, fortuna) e "weard" (guardião, protetor). Um fauno daria uma bela tatuagem. Um dia.
Assinar:
Postagens (Atom)
