Habemus Readeram!
Já escolhi meu novo "agregador": o feedly!
A porra do "receber por e-mail" deve ter sido abandonada pela Google também: me auto-assinei e até agora nada de a postagem chegar na minha caixa postal! Nem tentarei com outros blogs.
E enquanto o Flipboard é (mais) lindo (ainda), o feedly tem versão "web" (exige instalar extensão no Chrome ou Firefox, mas vale), além do aplicativo que eu já usava no telefone (quando queria só ler blogs, sem misturar com as outras coisas do Flipboard). Gostei! Problema resolvido.
quinta-feira, 14 de março de 2013
mais mudanças
Agora essa!
O Google resolveu "matar" o Reader. Como assim? Por quê? Por que não simplesmente integrá-lo ao Gmail (como o MS Outlook, que tem uma pastinha exclusiva para feeds RSS)? Bah! E agora? Alternativas existem, mas nada tão prático. Para iOS e Android, o Flipboard (que eu adoro) garante que continuaremos a receber as postagens pela conta Reader mesmo após ele ser fechado (imagino que farão a importação dos links automaticamente), mas eles não têm uma versão web. Seria supimpa se tivessem - é um organizador de leitura muito bonito.
Também criei (e já exclui) uma tal "página" no Facebook. Porque não consegui limitar as publicações aos meus amigos e principalmente acho que "polui" ainda mais a tal rede social: quem quer ler um blog que venha para o blog. Via Reader ou como for, mas de maneira específica e não misturada com outros tipos de conteúdo - acho que a coisa se perde, se dilui, se enfraquece. Posso mudar de opinião no futuro.
Mas talvez o mais eficiente e simples, que não requer outro aplicativo ou site de leitura, seja uma variação daquela ideia ali de cima: a assinatura por email.
No Blogger é fácil habilitar essa opção. Basta incluir o "gadget" no layout:
Vou tentar isso e seria bacana se todos os blogs adicionassem a opção, caso contrário não adianta nada. O que não pode acontecer mesmo é eu ficar sem as minhas leituras. Posso não comentar todo dia em todos os blogs que sigo (haja tempo né?) mas ler...
O Google resolveu "matar" o Reader. Como assim? Por quê? Por que não simplesmente integrá-lo ao Gmail (como o MS Outlook, que tem uma pastinha exclusiva para feeds RSS)? Bah! E agora? Alternativas existem, mas nada tão prático. Para iOS e Android, o Flipboard (que eu adoro) garante que continuaremos a receber as postagens pela conta Reader mesmo após ele ser fechado (imagino que farão a importação dos links automaticamente), mas eles não têm uma versão web. Seria supimpa se tivessem - é um organizador de leitura muito bonito.
Também criei (e já exclui) uma tal "página" no Facebook. Porque não consegui limitar as publicações aos meus amigos e principalmente acho que "polui" ainda mais a tal rede social: quem quer ler um blog que venha para o blog. Via Reader ou como for, mas de maneira específica e não misturada com outros tipos de conteúdo - acho que a coisa se perde, se dilui, se enfraquece. Posso mudar de opinião no futuro.
Mas talvez o mais eficiente e simples, que não requer outro aplicativo ou site de leitura, seja uma variação daquela ideia ali de cima: a assinatura por email.
No Blogger é fácil habilitar essa opção. Basta incluir o "gadget" no layout:
Vou tentar isso e seria bacana se todos os blogs adicionassem a opção, caso contrário não adianta nada. O que não pode acontecer mesmo é eu ficar sem as minhas leituras. Posso não comentar todo dia em todos os blogs que sigo (haja tempo né?) mas ler...
quarta-feira, 13 de março de 2013
mudanças
Minha primeira vez foi em 1986. Daí novamente só em 2003. Então 2008 e 2010. Cada lugar deixou saudades, alegrias, tristezas, tudo enfim. Cada novo lugar trouxe esperança e mais alegria que o anterior! Parabéns pra você que está de partida e que seu novo ninho traga essa dose extra de conforto, acolhimento, felicidade enfim! :-)
contradições
E a mesma pessoa (Batista) que posta isso:
É a mesma que (advogado formado e certificado pela OAB) cai nisto sem pestanejar:
Sejamos francos? Faculdade é bom mas não ensina ninguém a PENSAR. Um ou outro professor pode até estimular isso nos alunos, mas se essa "curiosidade", se essa inclinação para o questionamento não for nata e inata (ou, ainda, muito fomentada pelos pais desde cedo e sempre), mesmo nesses casos a sua preguiça cerebral limitará o "pensar" à matéria sendo ensinada, e muito provavelmente somente durante o período letivo.
Me pergunto se ele sabe o que é "epistemológico".
*Uma ideia nata é aquela que não resulta de qualquer aprendizagem ou experimentação, isto é, nasce com o indivíduo e, portanto, é-lhe intuitiva. Ao passo que uma ideia inata é aquela que, sem deixar de ser também intuitiva, brota e aperfeiçoa-se a partir do conhecimento e da experiência de vida.
É a mesma que (advogado formado e certificado pela OAB) cai nisto sem pestanejar:
Sejamos francos? Faculdade é bom mas não ensina ninguém a PENSAR. Um ou outro professor pode até estimular isso nos alunos, mas se essa "curiosidade", se essa inclinação para o questionamento não for nata e inata (ou, ainda, muito fomentada pelos pais desde cedo e sempre), mesmo nesses casos a sua preguiça cerebral limitará o "pensar" à matéria sendo ensinada, e muito provavelmente somente durante o período letivo.
Me pergunto se ele sabe o que é "epistemológico".
*Uma ideia nata é aquela que não resulta de qualquer aprendizagem ou experimentação, isto é, nasce com o indivíduo e, portanto, é-lhe intuitiva. Ao passo que uma ideia inata é aquela que, sem deixar de ser também intuitiva, brota e aperfeiçoa-se a partir do conhecimento e da experiência de vida.
grosso, eu?
A menina me perguntou:
- Oi. Sabe se o FulanoSeuChefinho vem hoje? Preciso de uma info dele.
O que eu respondi:
- Já mandou e-mail? Ele tem iPhone e tal...
O que eu "respondi" - versão estendida/esmiuçada:
- Oi. Analise comigo que o fato de eu saber ou não se ele vem e te passar ou não essa informação é algo inútil porque:
a) Eu não possuo a informação que você precisa dele, efetivamente.
b) O tempo que você levará para obter dele uma resposta verbal, esperando que chegue aqui, pode ser superior ao que levará para recebê-la por escrito, caso você lhe mande um e-mail.
b.1) Como pessoa responsável pelo pagamento das contas de celular e planos de internet nos mesmos, você sabe que ele tem acesso 24/7 aos e-mails corporativos.
c) O tempo que você me faz gastar respondendo se ele vem ou não, dada a agora estabelecida inutilidade desta informação, eu poderia/deveria estar empregando para resolver as demandas do meu trabalho.
Portanto concluímos que é melhor você esperar ele aparecer ou mandar um e-mail diretamente sem me perturbar. Certo?
- Grosso! Mas vou mandar.
++++++++++++++++++++++++++++
Eu faço um post todo bonitinho sobre como é fácil a gente obter informação por conta própria hoje em dia. Aí o amiguinho mineiro, pra me sacanear, manda:
- Ótimo post! Adorei as informações! Agora fale-nos sobre "axé"!
O que eu deveria responder:
- CARAIO vai procurar no Gúgol seu comedor de pão-de-queijo de uma figa!
O que eu responderei (porque pra amigo macho a gente dá um desconto, néam?):
- "Axé", em iorubá (idioma africano) significa energia, poder, força. No Candomblé, é a força do sobrenatural que nos guia. Mas axé também é uma saudação, desejando ao próximo energia positiva, ânimo, energia, bons fluidos. O povo iorubá, da região sul do Saara, tem como valor principal de sua cultura o realizar. Ao chegar em Ilu Aiye (o planeta Terra) o ser humano tem a missão de colocar algo em prática, tornar algo real e assim deixar a sua marca. É através de seus atos e realizações que ele será recordado eternamente. E esta realização é guiada pelos orixás e ancestrais, que nos dão força. Axé ou Asé vem de "awa" ("nós") e "se" ("realizar"). Esta nossa palavra de significado mágico foi banalizada, virou sinônimo de música chula, de um ritmo, quase sempre com apelo sexual. Poucos sabem que ela é uma expressão sagrada, tão importante quanto "Amém", "In shaa Allaah", "Maktub", "Shalom", "Om Shanti".
:-P
++++++++++++++++++++++++++++
E por falar em calibre, eu AMARIA passear pela cidade com um Toyota i-Road. Mas, caralho, também quero um Land Rover Defender!
- Oi. Sabe se o FulanoSeuChefinho vem hoje? Preciso de uma info dele.
O que eu respondi:
- Já mandou e-mail? Ele tem iPhone e tal...
O que eu "respondi" - versão estendida/esmiuçada:
- Oi. Analise comigo que o fato de eu saber ou não se ele vem e te passar ou não essa informação é algo inútil porque:
a) Eu não possuo a informação que você precisa dele, efetivamente.
b) O tempo que você levará para obter dele uma resposta verbal, esperando que chegue aqui, pode ser superior ao que levará para recebê-la por escrito, caso você lhe mande um e-mail.
b.1) Como pessoa responsável pelo pagamento das contas de celular e planos de internet nos mesmos, você sabe que ele tem acesso 24/7 aos e-mails corporativos.
c) O tempo que você me faz gastar respondendo se ele vem ou não, dada a agora estabelecida inutilidade desta informação, eu poderia/deveria estar empregando para resolver as demandas do meu trabalho.
Portanto concluímos que é melhor você esperar ele aparecer ou mandar um e-mail diretamente sem me perturbar. Certo?
- Grosso! Mas vou mandar.
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Eu faço um post todo bonitinho sobre como é fácil a gente obter informação por conta própria hoje em dia. Aí o amiguinho mineiro, pra me sacanear, manda:
- Ótimo post! Adorei as informações! Agora fale-nos sobre "axé"!
O que eu deveria responder:
- CARAIO vai procurar no Gúgol seu comedor de pão-de-queijo de uma figa!
O que eu responderei (porque pra amigo macho a gente dá um desconto, néam?):
- "Axé", em iorubá (idioma africano) significa energia, poder, força. No Candomblé, é a força do sobrenatural que nos guia. Mas axé também é uma saudação, desejando ao próximo energia positiva, ânimo, energia, bons fluidos. O povo iorubá, da região sul do Saara, tem como valor principal de sua cultura o realizar. Ao chegar em Ilu Aiye (o planeta Terra) o ser humano tem a missão de colocar algo em prática, tornar algo real e assim deixar a sua marca. É através de seus atos e realizações que ele será recordado eternamente. E esta realização é guiada pelos orixás e ancestrais, que nos dão força. Axé ou Asé vem de "awa" ("nós") e "se" ("realizar"). Esta nossa palavra de significado mágico foi banalizada, virou sinônimo de música chula, de um ritmo, quase sempre com apelo sexual. Poucos sabem que ela é uma expressão sagrada, tão importante quanto "Amém", "In shaa Allaah", "Maktub", "Shalom", "Om Shanti".
:-P
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E por falar em calibre, eu AMARIA passear pela cidade com um Toyota i-Road. Mas, caralho, também quero um Land Rover Defender!
terça-feira, 12 de março de 2013
oxe...
Diz-se que estamos vivendo a Era da Informação mas ainda vejo muitas e muitas pessoas, jovens e adultos, que não se beneficiam disto!
Três pererecas coaxando perto dos meus ouvidos sobre a palavra "oxalá" - duas brasileiras tentando explicar pra venezuelana que veio trabalhar aqui e está aprendendo português. Uma das pererecas insistia que era uma expressão que se usava na igreja (católica) enquanto que a outra só sabia ser coisa de "macumbeiro". Aí foram embora sem resolver a questão, sendo que bastava uma busca rápida pra matar a curiosidade delas!
"Oxalá" é uma palavra da língua portuguesa utilizada como interjeição para expressar o desejo de que algo aconteça. É sinônimo de "tomara" ou "queira Deus".
A palavra tem origem na expressão árabe "in shaa Allaah", cujo significado é "se Deus quiser". Em espanhol teve desenvolvimento semelhante e deu origem à palavra ojalá, exatamente com o mesmo significado de oxalá em português.
"Oxalá" é o título de uma canção do grupo de música portuguesa Madredeus, cuja letra tem a particularidade de começar todos os seus versos com a palavra "oxalá". Fato semelhante ocorre na letra da canção "Ojalá" do cantor, autor e compositor cubano Silvio Rodríguez.
"Oxalá" é também o nome de um dos orixás do candomblé. Segundo a crença, são atribuídas a esse orixá as funções de criação e reprodução. É esse o sentido da palavra no poema "Meu Pai Oxalá" de Vinícius de Moraes que deu origem à canção em parceria com Toquinho.
Pronto! E eu ainda tenho que aguentar neguinho que se diz meu aprendiz mas não sabe (pesquisa imediatamente em seguida à curiosidade/dúvida) o que é um padawan... Céus!
Três pererecas coaxando perto dos meus ouvidos sobre a palavra "oxalá" - duas brasileiras tentando explicar pra venezuelana que veio trabalhar aqui e está aprendendo português. Uma das pererecas insistia que era uma expressão que se usava na igreja (católica) enquanto que a outra só sabia ser coisa de "macumbeiro". Aí foram embora sem resolver a questão, sendo que bastava uma busca rápida pra matar a curiosidade delas!
"Oxalá" é uma palavra da língua portuguesa utilizada como interjeição para expressar o desejo de que algo aconteça. É sinônimo de "tomara" ou "queira Deus".
A palavra tem origem na expressão árabe "in shaa Allaah", cujo significado é "se Deus quiser". Em espanhol teve desenvolvimento semelhante e deu origem à palavra ojalá, exatamente com o mesmo significado de oxalá em português.
"Oxalá" é o título de uma canção do grupo de música portuguesa Madredeus, cuja letra tem a particularidade de começar todos os seus versos com a palavra "oxalá". Fato semelhante ocorre na letra da canção "Ojalá" do cantor, autor e compositor cubano Silvio Rodríguez.
"Oxalá" é também o nome de um dos orixás do candomblé. Segundo a crença, são atribuídas a esse orixá as funções de criação e reprodução. É esse o sentido da palavra no poema "Meu Pai Oxalá" de Vinícius de Moraes que deu origem à canção em parceria com Toquinho.
Pronto! E eu ainda tenho que aguentar neguinho que se diz meu aprendiz mas não sabe (pesquisa imediatamente em seguida à curiosidade/dúvida) o que é um padawan... Céus!
the walking dead
- Hoje sonhei que estava sendo "atacado". Era um tio parecido com o Willem Dafoe. Não lembro mais dos detalhes mas era algo do tipo "tínhamos uma parceria comercial qualquer" e ele, se sentindo traído, já tinha matado os outros sócios e até crianças filhas deles. Quando chegou na minha vez, fui jogando uma conversa mole (de "amigo" e de "antes de você me matar eu gostaria que você soubesse que eu entendo seus motivos", fazendo carinha de "mimimi mas conformado"). Aí, numa distração, quando ele estava bem pertinho, tomei-lhe o martelo (pois é) das mãos e dei-lhe várias no crânio. Tipo Rick: sem medo nem remorso. Ainda arranquei-lhe a cabeça, pensando: "Aqui não, violão. Aqui tem café no bule!"
- Kkkk! O primeiro sonho que ouço você contar que não está em um conto de fadas! :-) Mas pelo jeito acabou bem, né? ;-)
- Opa! Esmaguei aquela cabeça direitinho e ainda joguei pros cachorros! :-)
===
Mensagem a ser captada pelos leitores: não mexe com quem tá quieto (e é maior que cêis tudo)...
- Kkkk! O primeiro sonho que ouço você contar que não está em um conto de fadas! :-) Mas pelo jeito acabou bem, né? ;-)
- Opa! Esmaguei aquela cabeça direitinho e ainda joguei pros cachorros! :-)
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Mensagem a ser captada pelos leitores: não mexe com quem tá quieto (e é maior que cêis tudo)...
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