sexta-feira, 28 de setembro de 2012

partiu

Mais uma vez chega a hora da ir embora. Fazer as malas, escolher o que levar, esquecer. A novidade de finalmente dirigir um carro estranho em terras estranhas (e que o GPS não me peça pra pular do viaduto). O silêncio no trabalho, a ausência dos amigos. 

Mas vou conhecer novas gentes! Aprender novas coisas! Rever minha casa-viking! E sentir saudades da minha casa-samba-e-futebol. 

Volto logo. 
Ou não. 

(Estarei falando egípcio ou português?)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

coisinhas que eu preciso

Moedor de pimentas Peugeot
Perfume Mont Blanc
Cremes para a pele, olhos, whatever
Jogo de panelas alemãs
Batedeira, liquidificador e afins KitchenAid
Suporte para tv LCD 46 pol
Fones de ouvido sem fio para tv
Fones de ouvido hi-fi para iPhone
Jambox Jawbone
BigJambox Jawbone
Arte
Caixa de ferramentas com furadeira sem fio
Kit 5 sabores Tabasco
Azeites gregos diversos
Curso de culinária for dummy men
Curso de fotografia
Curso de mergulho
Assinatura digital da Casa Cláudia
Assinatura digital da Casa e Construção
Internet de 100Mbps em fibra ótica
Louças sanitárias
Cama de casal box
Travesseiros
Roupa de cama
Roupa de banho
Jogo de pratos
Panos de prato
Jogo de talheres
Copos
Roupa
Sapatos
Tênis
Apartamento de 250m2 pra guardar tudo isso

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

o melhor momento do show passado

Não conhecia esta música (ou qualquer outra do show ou da "banda"). Talvez por isso mesmo eu tenha tido a oportunidade de ser arrebatado exatamente neste momento:


Correção: o nome da música é "Enola Gay" e esta versão é um cover. Da original (de um tal de OMD, se não me engano) nem gostei muito não.

A propósito, Monique Kessous - cantora nacional que também me foi apresentada semana passada - também é excelente!

(E pra quem quiser ouvir o cover em versão "original", mais clara, clica aqui)
(E eu ainda estou de férias maomeno do blog)

quarta-feira, 19 de setembro de 2012


terça-feira, 18 de setembro de 2012

eu acho que fui demitido

Sabe quando você tem um colega de trabalho há um tempo, daqueles bacanas com quem você metia o pau na corporação e vivia tomando café junto, e ele de repente (nem tanto, todo mundo sabia que ia acontecer) vira seu chefe? Não chefe gereeeente ainda - "team leader" - mas isso é só semântica.

Sabe quando você faz uma cagada daquelas que você pressente que será cagada segundos antes de fazer mas o Universo conspira e joga a merda no ventilador? E não existe papel higiênico que baste?

Hoje foi assim. Só uma outra vez a coisa tinha ficado feia pro meu lado com ele, mas na época eu tinha razão e fiquei tranquilo. Agora não sei.

Com quase 24 anos de casa talvez eu tenha me viciado, me acomodado, me julgado querido demais. O chefe é novo por ali, relativamente falando. O que conta é a experiência dele comigo, não minha com a empresa...

Não sei a quem ou como recorrer. Não sei o que vai acontecer amanhã. Talvez volte tudo mais ou menos ao normal aos poucos e eu tenha a oportunidade de mostrar meu trabalho. Quinta-feira temos reunião e no sábado tem churrasco no apartamento dele, comemorando seus 50 aninhos.

Se eu for barrado na portaria saberei que não preciso aparecer na segunda.

dizem que é do dráuzio

Uma relação tem que servir para você se sentir à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo enquanto você prepara um omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada e bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro ao médico, para perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

mariane