A gaita deixa seu estojo. O ar vibra-lhe as palhetas. Sopra um C, aspira um D. A língua ora bloqueia os furos, outrora cria um bend. O vibrato colore o blues. O diafragma se exercita como yoga de um ohm mais sentido. Dói o peito. Aquece. Saudade é a ausência de quem nunca partirá do coração. O tempo não preenche esse vazio mas a harmonia nos faz juntos. É pra você que eu canto, é por você que eu toco. Escuta, mãe, e saiba que eu te amo.
3 comentários:
Ownnnnn...lindo!
e baixou o poeta no Edu ardo ... Ficou legal mesmo ...
beijão
♪♫ Let The Sun Shine In!♪♫
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