vai.
e volta.
fica.
vamos.
fico.
vai.
vai sim.
vai de uma vez.
volta de vez.
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
já passei no mappin
ano novo, volta às aulas, dor de barriga ao acordar, aquele medinho de ter sido demitido durante as férias, aquela vontade de ir pra barcelona (ou ainda melhor: lisboa), aquela gana de manter a ilusão de que o saldo no banco continuará azulzão "ad infinitum", aquela aversão à rotina do trabalho... muito disso é exagerado. gosto do meu trabalho e do pessoal (até gostei de rever a "estagiária" no seu - do marido - chevrolet captiva hoje...). gostei de pegar minha colomba pascal no rh (não preciso passar na padaria hoje, yay!), de saber que a participação nos lucros realmente vem dia 25 (só não sei se tenho a receber ou a pagar...!) e da confirmação que dentro de 2 semanas chega meu novo iphone 4s "di grátis"... pois é, os 355 emails acumulados são mamão com açúcar frente às novidades. ano novo, vida nova. que seja bom!
já mencionei que vou ganhar um iphone novo? hein? hein?
percebo que o mesmo amor que meus amiguinhos têm por suas músicas e sites afins eu tenho por qualquer negócio que tenha botão ou "touchscreen" e outros dispositivos de entrada, ui!! essa é minha turma, esse é o meu jeito: nextel. quer dizer, long live steve jobs! quer dizer... ah, cêis entenderam!
já mencionei que vou ganhar um iphone novo? hein? hein?
percebo que o mesmo amor que meus amiguinhos têm por suas músicas e sites afins eu tenho por qualquer negócio que tenha botão ou "touchscreen" e outros dispositivos de entrada, ui!! essa é minha turma, esse é o meu jeito: nextel. quer dizer, long live steve jobs! quer dizer... ah, cêis entenderam!
que mário?
eu não gostaria que lessem isto como uma manifestação política. não sei dizer se hipocrisia é a palavra certa mas me refiro àquilo de não contarmos que somos gays e de as pessoas não o perguntarem - o famoso "don't ask, don't tell" das forças armadas americanas. falo de família e amigos, naquela zona confortável em que nos colocamos e que uns chamam de respeito e outros, novamente, de hipocrisia. não quero aqui entrar nesse mérito mas tão-somente testemunhar algo de que me dei conta há pouco tempo: se você tiver uma família bacana, amigos bacanas, e tiver a oportunidade, conte sim!... não pra levantar qualquer bandeira mas só pra poder chegar em casa e dizer, por exemplo, "mãe, eu tô gostando desse moço" e isso ser tão natural como "mãe, comprei uma camiseta", sabe? não a militância, apenas a naturalidade de você ser quem você é. eu tenho essa sorte em minha casa e é muito gostoso... recomendo... mas juro que não é uma indireta pra ninguém pois cada um sabe de si e dos seus. é apenas bom e eu queria passar isso adiante. nunca me impus como "namorado" ou "marido" pra família de ninguém e nunca o farei (ou me sentirei diminuído por conta disso). mas eu gosto de poder contar sobre quem eu amo, pros meus.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
gravata
durante minha infância, por assim dizer, fui fascinado pela grécia. li e reli os dois volumes de "os doze trabalhos de hércules" do monteiro lobato (saudades do círculo do livro...) provavelmente mais que qualquer outro livro (acho que em segundo lugar estão os da trilogia de merlin, de mary stewart), alavancado, creio, pelas aulas de história. aí um dia fui pra lá.
dos 15 anos em diante o foco passou a ser a dinamarca. claro, por ter começado a trabalhar numa empresa de lá. foi um dinamarquês o primeiro "estrangeiro" que vi na vida. foi com os dinamarqueses que primeiro conversei em inglês (por telex e por fax... só alguns anos depois por telefone, coração saltando pela boca!). aí um dia morei lá.
já em 1999 fui apresentado à croácia. mais precisamente dubrovnik, cidade pra onde meu amigo (e ex-paixonite) stjepan ia todos os anos. cheguei a entrar em contato com a "prefeitura" de lá, que me mandou panfletos, livretos e afins. isso me remeteu de volta à infância, quando tivemos a tarefa de escolher uma cidade e mandar uma carta. o próprio prefeito (será?) da minha escolhida, santos dumont - mg, me respondeu com muito carinho e também muitos livretos e panfletos! santos dumont eu não sei, mas dubrovnik... ah, um dia eu vou pra lá!
dos 15 anos em diante o foco passou a ser a dinamarca. claro, por ter começado a trabalhar numa empresa de lá. foi um dinamarquês o primeiro "estrangeiro" que vi na vida. foi com os dinamarqueses que primeiro conversei em inglês (por telex e por fax... só alguns anos depois por telefone, coração saltando pela boca!). aí um dia morei lá.
já em 1999 fui apresentado à croácia. mais precisamente dubrovnik, cidade pra onde meu amigo (e ex-paixonite) stjepan ia todos os anos. cheguei a entrar em contato com a "prefeitura" de lá, que me mandou panfletos, livretos e afins. isso me remeteu de volta à infância, quando tivemos a tarefa de escolher uma cidade e mandar uma carta. o próprio prefeito (será?) da minha escolhida, santos dumont - mg, me respondeu com muito carinho e também muitos livretos e panfletos! santos dumont eu não sei, mas dubrovnik... ah, um dia eu vou pra lá!
p.s.: lembrando dessa história fui procurar no google e até que santos dumont tem potencial!
sentiu saudade? agora lê tudo!
eu poderia ficar aqui, escrevendo sobre o vindouro "na estrada" do tal walter salles. acontece que o tal do iba reader é lento de doer e não baixou a "caras" que havia me prometido - queria saber se o jovem nerd e o azaghâl foram fotografados/publicados na tal festa do paulo coelho. então desinstalei. também tirei o kekanto, a net, o teamviewer e mais alguma coisa do celular. agora quero todo espaço que puder para as minhas músicas: descobri que é bacana viajar com ele plugado na "aux" do rádio do carro e em modo "randômico". só preciso dar uma filtrada naquela discografia completa do dead can dance porque pode ser meio deprimente uma canção "épica" de sei lá 20 minutos. preciso de mais coisa nacional pra cantar junto. mesmo assim, a seleção já é melhor que qualquer radio que tem por aí hoje em dia - em muito graças aos amigos e seus mixtapes!
avante, vingadores!
comida de trailer... acho que não temos muito disso por aqui. só na época da faculdade é que me lembro daquelas "towner" ou "besta" que começaram a aparecer vendendo cachorro-quente ou churros. uns sandubas ou coisa mais sustentosa não lembro não. o que eu lembro é que preciso de um gps, de um ipad, definitivamente de um ar-condicionado (vou furar a parede e dane-se), de transferir o apartamento das meninas pra elas e... de comprar mais uma panela de pressão megafashion, que a tia quer uma igual em troca de uma cortina de tricô (ou será crochê? qual a diferença??)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
filo porque quilo tá caro e não tenho grana
ainda me aflige um pouco dirigir com alguém "estranho" no carro. medo de fazer besteira. freud explica: a falta de interação com meu pai ou de repente alguma tentativa meio agressiva do mesmo em me ensinar a conduzir quando moleque, já não sei dizer qual das duas alternativas aconteceu. medo acho que não. preguiça com certeza colaborou. então um dia com a ameaça de ficar solteiro, lá fui eu domar a fera mecânica. tenho algumas manobras radicais no meu "carrículo" - desvios "jedi" de geladeiras no meio de rodovias ou árvores caídas nas ruas do bairro, também condução sob tempestade-dilúvio-furacão. tudo sopa no melzinho da chupeta de manga. estou bem melhor agora: levei os meninos pro show em janeiro (e voltamos pra casa e voltamos pro show) sem titubear. olha... titubear... acho que nunca usei essa palavra por escrito. acho que não posso achar que nunca usei essa palavra, mas não lembro de tê-lo feito.
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