quinta-feira, 8 de novembro de 2012
porcastinando
Pouca gente escrevendo (pelo menos da turma que eu acompanho). Alguns sem tempo, outros sem vontade, outros no Facebook (um no Google+, né Raphael?) e um último quase a caminho de Nova York! Nesse deserto, de repente ressurgem um ou dois zumbis (sem cunho pejorativo!). Um deles eu levo pra casa fácil, o outro eu não conheço mas tem um passado que me incomoda.
Enquanto isso meu chakra frontal parece um tanto vendado para a ordem prática da vida, então aguardo o amanhã (não metafísico, o do calendário mesmo) para ter uma penúltima definição. Deuses ajudem! Preciso de um 16 de novembro feliz!
Amanhã porque a internet não está ajudando hoje: caminhão bateu no poste com o cabo ótico e estamos pela contingência. Se o principal já é insuficiente, o alternativo simplesmente não rola.
Devo comprar o Angry Birds Star Wars? R$ 2. Mas se eu nem jogo serei mais feliz gastando essa fortuna amanhã, sábado e domingo... Programação eu tenho!
O que devo é superar a aversão a tudo que me chega daquele grupinho de colegas chatos, que não sabem trabalhar feito "time", que não falam a nossa língua (não a de informática, eu não exigiria isso, mas o português: ficam no "fiscalês" como se eu quisesse entendê-los...) e pedem tudo "pra ontem" com a irrefutável desculpa do "requerimento legal" (que foi requerido há meses, não há horas). Vontade de mandá-los à merda.
E vontade de mandar-LHES a merda (sem crase!): verdadeira porcaria rolando nos banheiros da Empresa, tanto que ontem soltei uma bela foto de um belo peixe-bosta boiando na privada (cercado de papéis pelo chão, respingos de xixi, cesto cheio), situação essa que se repetia nas demais "baias" às 8h. Cadê limpeza? Cadê descarga automática? Aí o povo da CIPA (pra quem mandei o email) fala em mandar comunicados de educação "não agressiva"...
(...)
(...)
Eu mandava é close do cocô pra todas as caixas de entrada!! Nunca foi assim, que está havendo?
Ah, sim - também há caso de sangue menstrual pelo chão do banheiro feminino. Coitados dos tios/tias da limpeza!...
Enquanto isso meu chakra frontal parece um tanto vendado para a ordem prática da vida, então aguardo o amanhã (não metafísico, o do calendário mesmo) para ter uma penúltima definição. Deuses ajudem! Preciso de um 16 de novembro feliz!
Amanhã porque a internet não está ajudando hoje: caminhão bateu no poste com o cabo ótico e estamos pela contingência. Se o principal já é insuficiente, o alternativo simplesmente não rola.
Devo comprar o Angry Birds Star Wars? R$ 2. Mas se eu nem jogo serei mais feliz gastando essa fortuna amanhã, sábado e domingo... Programação eu tenho!
O que devo é superar a aversão a tudo que me chega daquele grupinho de colegas chatos, que não sabem trabalhar feito "time", que não falam a nossa língua (não a de informática, eu não exigiria isso, mas o português: ficam no "fiscalês" como se eu quisesse entendê-los...) e pedem tudo "pra ontem" com a irrefutável desculpa do "requerimento legal" (que foi requerido há meses, não há horas). Vontade de mandá-los à merda.
E vontade de mandar-LHES a merda (sem crase!): verdadeira porcaria rolando nos banheiros da Empresa, tanto que ontem soltei uma bela foto de um belo peixe-bosta boiando na privada (cercado de papéis pelo chão, respingos de xixi, cesto cheio), situação essa que se repetia nas demais "baias" às 8h. Cadê limpeza? Cadê descarga automática? Aí o povo da CIPA (pra quem mandei o email) fala em mandar comunicados de educação "não agressiva"...
(...)
(...)
Eu mandava é close do cocô pra todas as caixas de entrada!! Nunca foi assim, que está havendo?
Ah, sim - também há caso de sangue menstrual pelo chão do banheiro feminino. Coitados dos tios/tias da limpeza!...
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
salada de frutas
A Irmã resolveu casar e já estão procurando apartamento. Retomou há 1-2 semanas um namoro de 12-13 anos atrás. Precipitado? Provavelmente! Mas se é algo que ela está a fim considero uma experiência muito válida, dando certo (são os meus votos) ou errado. Na verdade casamentos não "dão errado" - eles dão o que melhor que podem dar e isso é sempre "certo".
Por falar no assunto, hoje em dia não sei o que é "estar casado". Tem gente casada morando em casas separadas há décadas, tem gente casada morando junto que assume despudoradamente seu tesão por outros, pra ficar em dois exemplos bem queridos, tem o esquema tradicional, tem gente que junta as escovas em uma semana , tem gente que só depois de 10 anos... Acho que o que define casamento é "intimidade": estar à vontade (sozinho e) com o outro, conhecer(-se e a)o outro, aceitar(-se e a)o outro... É isso?
"Moralidade" é algo que me crispa os pêlos da nuca. Moralidade é preconceito, pois trata-se de um conjunto de regras pré-estabelecidas por outrem que eu devo seguir pra ser aceito. Regras essas que mudam de região pra região (Ocidente/Oriente), de tempos em tempos (Mulheres divorciadas? Casamento interracial?) e que, portanto, não servem de parâmetro sério pra gente julgar nem ser julgado. Quando eu falo que não bebo nem a pau não quer dizer que eu condene quem enche a cara! Desde que eu possa voltar pra casa dirigindo, pra mim tá tudo certo : é uma questão de minha segurança, apenas. Posso considerado "certinho" mas não espere que eu me encaixe nos seus padrões de moral. Em outras palavras, procure gostar de mim (se quiser) por quem eu sou, não por quem você acharia correto que eu fosse. Procure me conhecer, não me classificar. Quando abandonamos um preconceito quase sempre ganhamos uma bela recompensa da vida: um novo amigo, um novo amor, uma nova visão de mundo e de si próprio.
Acordei às 4 da manhã. Lindo nascer do Sol entre 6 e 6h20.
Por falar no assunto, hoje em dia não sei o que é "estar casado". Tem gente casada morando em casas separadas há décadas, tem gente casada morando junto que assume despudoradamente seu tesão por outros, pra ficar em dois exemplos bem queridos, tem o esquema tradicional, tem gente que junta as escovas em uma semana , tem gente que só depois de 10 anos... Acho que o que define casamento é "intimidade": estar à vontade (sozinho e) com o outro, conhecer(-se e a)o outro, aceitar(-se e a)o outro... É isso?
"Moralidade" é algo que me crispa os pêlos da nuca. Moralidade é preconceito, pois trata-se de um conjunto de regras pré-estabelecidas por outrem que eu devo seguir pra ser aceito. Regras essas que mudam de região pra região (Ocidente/Oriente), de tempos em tempos (Mulheres divorciadas? Casamento interracial?) e que, portanto, não servem de parâmetro sério pra gente julgar nem ser julgado. Quando eu falo que não bebo nem a pau não quer dizer que eu condene quem enche a cara! Desde que eu possa voltar pra casa dirigindo, pra mim tá tudo certo : é uma questão de minha segurança, apenas. Posso considerado "certinho" mas não espere que eu me encaixe nos seus padrões de moral. Em outras palavras, procure gostar de mim (se quiser) por quem eu sou, não por quem você acharia correto que eu fosse. Procure me conhecer, não me classificar. Quando abandonamos um preconceito quase sempre ganhamos uma bela recompensa da vida: um novo amigo, um novo amor, uma nova visão de mundo e de si próprio.
Acordei às 4 da manhã. Lindo nascer do Sol entre 6 e 6h20.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
tenho muito o que fazer
As coincidências dessa vida: eu falando do meu Pai - com quem eu não tenho um contato maior há 28 anos - e na noite do sábado o mais novo membro da minha família perde um irmão com quem não tinha um contato maior há 25 anos.
"Mais novo membro" porque na verdade a gente passou a se conhecer mesmo tem ano e 3/4. Mas embora eu não saiba o motivo do afastamento, sei que ele questionou o que (não) sentia naquele momento. Então saímos pra beber e embora ele tenha me enchido o saco porque eu demorei a pedir meu guaraná (o problema não era o guaraná em si mas a quantidade - quem é que toma vááários refrigerantes numa noite??) e ele tenha ficado querendo chupar os peitões de uma loira, se declarando "solteiro" (mas namora) e "hoje eu posso tudo" (mas não chegou perto da loira nem deu qualquer vexame, muito pelo contrário), acho que a "homenagem" ao irmão foi a mais certa: encheu o caneco, dançou, cantou, pulou, se divertiu pra caramba e foi pra cama sem tomar banho. Me pareceu algo como "Desta vez não deu - fica pra próxima, se houver, irmão." O placar zerou.
Impossível saber o que eu (não) sentiria se meu pai morresse amanhã ou tivesse morrido há 2 dias. O que eu sei é que eu ter pensado e falado em tentativa de aproximação não tem muito a ver com uma possível culpa no futuro por não tê-lo feito. Apenas acho que se existe alguém que me ama e que se o motivo que nos afastou realmente não me provoca mais qualquer dor (e aqui é o ponto de divergência da minha e da história acima, acho), eu não tenho nada a perder: se não der em nada, continua como sempre foi. Se der, ganho um pai, um amigo. E ele ganha um filho, um amigo. Pensando bem, se der certo entre nós eu (estatisticamente) ganho também mais uma morte pra chorar.: o preço final por a gente amar alguém.
E no "rádio", agora toca "Epílogos". Coincidências...
"Mais novo membro" porque na verdade a gente passou a se conhecer mesmo tem ano e 3/4. Mas embora eu não saiba o motivo do afastamento, sei que ele questionou o que (não) sentia naquele momento. Então saímos pra beber e embora ele tenha me enchido o saco porque eu demorei a pedir meu guaraná (o problema não era o guaraná em si mas a quantidade - quem é que toma vááários refrigerantes numa noite??) e ele tenha ficado querendo chupar os peitões de uma loira, se declarando "solteiro" (mas namora) e "hoje eu posso tudo" (mas não chegou perto da loira nem deu qualquer vexame, muito pelo contrário), acho que a "homenagem" ao irmão foi a mais certa: encheu o caneco, dançou, cantou, pulou, se divertiu pra caramba e foi pra cama sem tomar banho. Me pareceu algo como "Desta vez não deu - fica pra próxima, se houver, irmão." O placar zerou.
Impossível saber o que eu (não) sentiria se meu pai morresse amanhã ou tivesse morrido há 2 dias. O que eu sei é que eu ter pensado e falado em tentativa de aproximação não tem muito a ver com uma possível culpa no futuro por não tê-lo feito. Apenas acho que se existe alguém que me ama e que se o motivo que nos afastou realmente não me provoca mais qualquer dor (e aqui é o ponto de divergência da minha e da história acima, acho), eu não tenho nada a perder: se não der em nada, continua como sempre foi. Se der, ganho um pai, um amigo. E ele ganha um filho, um amigo. Pensando bem, se der certo entre nós eu (estatisticamente) ganho também mais uma morte pra chorar.: o preço final por a gente amar alguém.
E no "rádio", agora toca "Epílogos". Coincidências...
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
lázaro ressuscitado
Esta semana fomos buscar os móveis (usados mas em ótimo estado e de ótima qualidade) que Mamãe comprou (por um ótimo preço, considerando-se o conjunto de rack+painel para tv, mesa+4 cadeiras, sofá) de um casal aqui do meu prédio que está de mudança.
Bem, o sofá não saiu do apartamento!
Grande demais, não passou pela porta. Entrou desmontado e agora não saiu. Sugeri que a Mamãe pedisse ao tapeceiro ali de baixo que viesse dar uma olhada. Mas a Irmã fez melhor: chamou Papai, também tapeceiro (de mão cheia, até Mamãe reconhece!) pra fazer o trabalho. E ele suou em bicas pra desmontar o trem e remontar no apartamento delas, mas no final deu tudo certo e gostamos de saber que um daqueles sofás, novo, não sai por menos de R$ 2500 e que ele cobra R$ 1500 só pra reformar um igual. Esse foi o valor do "pacote" todo.
Conto essa história porque nunca tivemos uma boa relação com o Pai. Alcoólatra, ausente (saía antes das 6 e voltava depois das 0h), o maior tempo que passávamos juntos era em padarias, de madrugada, com ele já alterado pela bebida, apenas pra evitar que ele brigasse com a Mãe. E aí era 1 hora dele falando mal da família (dela) toda, e dela também. Isso durou ano, ano e meio, até que nos mudamos. Também depois, por um tempo, aturávamos a mesma coisa nas visitas nem tão semanais. Até que nos afastamos completamente por uns outros anos.
Mas de minha parte nunca houve raiva. Pela ausência, embora o sinta como "pai" não temos mesmo afinidades. Falta papo. Faltam gostos em comum. Experiências em comum. Irmã investiu mais (filhas geralmente se ligam mais e portanto sentem mais a falta de um pai?) e por isso também brigou mais enquanto que eu sempre manti um contato (principalmente telefônico) cordial. Foi uma puta surpresa, então, saber que Irmã não apenas tinha voltado a falar com ele (isso tem umas semanas) mas que ela (e Mãe) "liberou" a vinda de meu Pai aqui onde moramos e em seu apartamento!
Claro que a Mãe ficou no meu a tarde toda enquanto Irmã e Pai lidavam com o sofá.
Hoje meu pai mora com uma outra mulher e os filhos (pequenos) dela. Ele sempre foi um cara bacana e bem quisto no bairro e continua um cara bacana quando não bebe. Diz ter parado de beber e de fumar há um tempo e eu não duvido que tenha conseguido. Fiquei feliz, portanto, com esse avanço no relacionamento dele com a Irmã e agora me sinto à vontade pra convidá-lo para uma pizza aqui em casa, uma noite dessas! Ou várias noites daqui em diante. Torcendo para que realmente tenha deixado a bebida porque assim as feridas cicatrizarão mais em definitivo, espero.
Meu Pai é o motivo de eu não beber e nem querer aprender a fazê-lo ou tomar gosto pela coisa. Irmã bebe umas boas cervejas, sem grilos. Eu não quero - esse é o meu único "trauma" dessa problemática toda, acredito. Claro que eu convivo relativamente bem com quem bebe (ou seria um ermitão nas montanhas) mas sinceramente me entristeço e me preocupo algumas vezes, em algumas ocasiões.
Eu sei que existem milhões de maneiras de entorpecimento neste mundo: drogas injetáveis, inaláveis, sexo, bebida, comida, consumismo, narcisismo, meditação, religião e um sem fim de maneiras de buscar aquela dose extra de serotonina, adrenalina e qualquer outra ina. Mas eu perdi o meu Pai para o álcool durante toda minha vida e este ano também perdi dois grandes, importantes amigos pelo mesmo motivo.
Sobre o "seu Lazinho" não é que eu acredite que recuperaremos aquilo que nunca tivemos: uma relação de Pai e Filho. Mas se eu puder manter com mais frequência e proximidade algo respeitoso e até carinhoso, será algo muito bom para mim. E para ele. E para a Irmã.
De repente não é "recuperar", é "construir".
Tomara!
Bem, o sofá não saiu do apartamento!
Grande demais, não passou pela porta. Entrou desmontado e agora não saiu. Sugeri que a Mamãe pedisse ao tapeceiro ali de baixo que viesse dar uma olhada. Mas a Irmã fez melhor: chamou Papai, também tapeceiro (de mão cheia, até Mamãe reconhece!) pra fazer o trabalho. E ele suou em bicas pra desmontar o trem e remontar no apartamento delas, mas no final deu tudo certo e gostamos de saber que um daqueles sofás, novo, não sai por menos de R$ 2500 e que ele cobra R$ 1500 só pra reformar um igual. Esse foi o valor do "pacote" todo.
Conto essa história porque nunca tivemos uma boa relação com o Pai. Alcoólatra, ausente (saía antes das 6 e voltava depois das 0h), o maior tempo que passávamos juntos era em padarias, de madrugada, com ele já alterado pela bebida, apenas pra evitar que ele brigasse com a Mãe. E aí era 1 hora dele falando mal da família (dela) toda, e dela também. Isso durou ano, ano e meio, até que nos mudamos. Também depois, por um tempo, aturávamos a mesma coisa nas visitas nem tão semanais. Até que nos afastamos completamente por uns outros anos.
Mas de minha parte nunca houve raiva. Pela ausência, embora o sinta como "pai" não temos mesmo afinidades. Falta papo. Faltam gostos em comum. Experiências em comum. Irmã investiu mais (filhas geralmente se ligam mais e portanto sentem mais a falta de um pai?) e por isso também brigou mais enquanto que eu sempre manti um contato (principalmente telefônico) cordial. Foi uma puta surpresa, então, saber que Irmã não apenas tinha voltado a falar com ele (isso tem umas semanas) mas que ela (e Mãe) "liberou" a vinda de meu Pai aqui onde moramos e em seu apartamento!
Claro que a Mãe ficou no meu a tarde toda enquanto Irmã e Pai lidavam com o sofá.
Hoje meu pai mora com uma outra mulher e os filhos (pequenos) dela. Ele sempre foi um cara bacana e bem quisto no bairro e continua um cara bacana quando não bebe. Diz ter parado de beber e de fumar há um tempo e eu não duvido que tenha conseguido. Fiquei feliz, portanto, com esse avanço no relacionamento dele com a Irmã e agora me sinto à vontade pra convidá-lo para uma pizza aqui em casa, uma noite dessas! Ou várias noites daqui em diante. Torcendo para que realmente tenha deixado a bebida porque assim as feridas cicatrizarão mais em definitivo, espero.
Meu Pai é o motivo de eu não beber e nem querer aprender a fazê-lo ou tomar gosto pela coisa. Irmã bebe umas boas cervejas, sem grilos. Eu não quero - esse é o meu único "trauma" dessa problemática toda, acredito. Claro que eu convivo relativamente bem com quem bebe (ou seria um ermitão nas montanhas) mas sinceramente me entristeço e me preocupo algumas vezes, em algumas ocasiões.
Eu sei que existem milhões de maneiras de entorpecimento neste mundo: drogas injetáveis, inaláveis, sexo, bebida, comida, consumismo, narcisismo, meditação, religião e um sem fim de maneiras de buscar aquela dose extra de serotonina, adrenalina e qualquer outra ina. Mas eu perdi o meu Pai para o álcool durante toda minha vida e este ano também perdi dois grandes, importantes amigos pelo mesmo motivo.
Sobre o "seu Lazinho" não é que eu acredite que recuperaremos aquilo que nunca tivemos: uma relação de Pai e Filho. Mas se eu puder manter com mais frequência e proximidade algo respeitoso e até carinhoso, será algo muito bom para mim. E para ele. E para a Irmã.
De repente não é "recuperar", é "construir".
Tomara!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
viaRJando?
Úia... Será que entre 29/11 e 2/12 estarei eu fazendo borbulhas de amor no Mar de Janeiro? Arraial do Cabo me chamando... quem dera ser um peixe... mas eu sou! De Peixes!
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