quarta-feira, 29 de maio de 2013

minha versão é melhor

Aquele estranho momento em que você se dá conta que sempre cantou errado! A letra diz:

"... I will go down with this ship..." Traduzindo: "... Vou afundar com este navio..."

Faz total sentido, claro - mais ainda se considerarmos o resto da letra toda (http://letras.mus.br/dido/72400/traducao.html).

Mas eu sempre cantei:

"... I will go down with this SHIT!" ou "... Vou pelo esgoto com esta MERDA!", em tradução livre (com o devido ênfase raivoso na palavrinha!).

Na boa... a música fica mooooito mais legal!

:-)

o amor é fodido

"Quanto mais vou sabendo de ti, mais gostaria que ainda estivesses viva. Só dois ou três minutos: o suficiente para te matar. Merecias uma morte mais violenta. Se eu soubesse, não te tinha deixado suicidar com aquelas mariquices todas. Aposto que não sentiste quase nada. Não está certo. Eu não morri e sofri mais do que tu."

Eita porra. Diz que é um dos grandes sucessos comerciais de um tal de Miguel Esteves Cardoso, que por sua vez é um crítico, escritor e jornalista português que durante a juventude teve contato estreito com as bandas pós- punk e new wave da editora Factory, tais como Joy Division, New Order, Durutti Column ou The Fall, etc. etc. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_Esteves_Cardoso)

Os comentários dos leitores me dividem: começam por não gostar e largar o livro (maníaco-depressivo) às 70 páginas. Depois que insistem na leitura, recomendam. Hummm... será que a Mamãe vai gostar? Vai pra cesta de junho, anyways (mais um da Jane Austen e outro do Nicholas Sparks). Talvez fosse um contraponto interessante a este livro de 1994 o seu mais recente trabalho (22-04-2013): "Como é Linda a Puta da Vida." Pelo menos o título é mais otimista (?)... :-)

"O que espanta num gato é a maneira como combina a neurose, a desconfiança e o medo - para não falar numa ausência total de sentido de humor - com o talento para procurar e apreciar o conforto e, sobretudo, a capacidade para dormir 20 em cada 24 horas, sem a ajuda de benzodiazepinas. O gato é neurótico mas brinca. (...) Mas, acima de tudo, descobriu o sistema binário da existência. Que é: dormir faz fome. Comer faz sono. Acordo porque tenho fome. Adormeço porque comi. Nos intervalos, faço as necessidades."

P.S.: Embora o amor seja potencialmente fodido (no bom e no mau sentido), isto não é uma indireta. Já me bastou a sessão de "dor-de-cotovelo" que invadiu minhas orelhas ontem (sad songs, they say so much) É apenas o livro mais recente do bloguinho que os disponibiliza. O mesmo que passei pra ingrata da Margot, junto com todos os meus outros livrinhos, e ela nem pra dizer que me ama. É foda! :-)

P.S. 2: Bom feriado pra quem emenda. No caso, eu.

terça-feira, 28 de maio de 2013

perfect



We have the driver and time on our hands
One little room and the biggest of plans
The days were shaping up, frosty and bright
Perfect weather to fly, perfect weather to fly

Pounding the streets where my father's feet still
Ring from the walls, we'd sing in the doorways or bicker and row
Just figuring how we were wired inside
Perfect weather to fly

So in looking to stray from the line
We decided instead we should pull out the thread
That was stitching us into this tapestry vile
And why wouldn't you try? Perfect weather to fly

palmeirinha é o cacete, aqui é palmitão!

A receita a seguir se nos foi passada (primeiro para o Mau, depois para mim) por um chef contratado para tocar o restaurante do Hotel Elias C, na Ilha de Itacuruçá em Mangaratiba, RJ (5 estrelas). Já conhecedor de todas as críticas dos chamados "expertos", resta-me observá-los com um misto de pena e deboche. Para os demais, curiosos da Alta Gastronomia Prática (aquela que você consome em todos os restaurantes sem saber), segue uma das maneiras mais fáceis de se preparar um belo de um arroz, que dura semanas soltinho e gostoso como no primeiro dia:

1) Bote um  monte de água pra ferver numa panela alta, daquelas de macarrão. Um monte quer dizer bastante mesmo, panela quase cheia. Fogo alto, claro.
 (Acho que eu preciso de uma nova pra aparecer na "TV"...)

2) Quando levantar fervura, adicione 1 colher de pau não muito cheia de sal (light, de preferência) e 1 1/2 a 2 xícaras de chá de arroz do bom (don't be cheap, bitches!).
(Tem gente que cozinha bebendo vinho, tem gente que bebe cerveja. Eu vou de suquinho mesmo!)

3) Mexa com a colher de pau por alguns segundos até a fervura recomeçar (o borbulhar da água evitará que o arroz grude no fundo da panela) e diminua o fogo (pra médio ou até 75%, pra não espirrar fora da panela), e "esqueça" cozinhando por 15 minutos.
(Seu fogão não tem temporizador? Oooowwwnn...)

4) Nesse ínterim você pode se dedicar a uma bela mistura, casando os tempos de preparo a fins de ter tudo pronto na mesma horinha!
(Este post não foi patrocinado pela BRFoods. Mas poderia!)

5) Umedeça uma peneira de plástico (isso facilita a limpeza depois) e deixe água fria escorrendo na pia. Se quiser, experimente alguns grãos pra ver se o cozimento ficou do seu agrado (al dente por favor!).  Então despeje cuidadosamente o arroz dentro da peneira (claro... achou que era da pia?). Não esqueça de apagar o fogo...
(Sim, você pegou a ideia - é igual fazer macarrão!)

6) Você pode deixar o arroz "aerando" por uns 2-3 minutos sobre a panela com um pouco de água fria dentro dela.
(Diz que fica ainda mais soltinho depois...)

7) Novamente com cuidado, aos poucos (sugiro uma colher de macarrão), transfira o arroz para o recipiente onde será guardado/servido.
(Duas xícaras dá arroz pra quase 2 semanas, considerando 2 colheres dessas por refeição!)

8) Pronto! Comida feita em 20 minutos. Se quiser incrementar seu arroz, adicione especiarias, ervas, pimentas, açafrão, páprica, alho torrado - seja criativo! Ou capriche na "mistura" que é ela a estrela do prato, afinal!
(Devia ter fotografado antes do excesso de molho, mas agora fica essa versão yin-yang mesmo: delícia!)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

mamma mia

Mesmo bem gripadinha, Mamãe topou e foi à cantina do "bonita camisa, Fernandinho!" ontem no almoço. Fica a 200m de casa, o que ajudou. E foi uma boa ideia reservar mesa (por um desses aplicativos) porque o local (dois andares) estava lotado e com gente do lado de fora esperando! Porções generosas e bem feitas, mas o serviço não foi impecável. Mas só importa a aniversariante ter gostado! Então fomos pra casa e comemos o bolo de abacaxi (nada azedo, muito suave - delícia!) e ela foi pra cama em seguida, repousar. Eu ainda fiquei mais um tempo brincando com os cachorrinhos e proseando com a Irmã.

Minha mãe é tão maravilhosa quanto as mães maravilhosas dos que tiveram a sorte de ter uma mãe maravilhosa. Eu espero que vocês todos a conheçam, um dia, pra concordarem comigo.

Mas hoje eu mesmo completo 14.334 dias (Faltam 276 pros meus 14.610!). Sinto estar completando um ciclo, virando uma página. Não quer dizer que estou esquecendo o que foi lido: significa apenas estar dando continuidade à história, a partir do que passou. Assimilando, incorporando e seguindo adiante, com as devidas alterações que se fizerem necessárias para justificar isso de "completando um ciclo".

Falando assim eu me sinto como o Latinha. :-)

Então vamos falar claramente (outro assunto): parabéns ao Paulo Braccini pelas boas notícias em relação à sua saúde. Vaso ruim não quebra, diria o Raphael. Mas quebra sim! E a gente conserta ele, porque vaso bom fica lá escondido na cristaleira, pegando pó. O "ruim" é que a gente usa, abusa, curte, brinca, deita e rola!

Eu disse "r-Ó-la".

Ou não.

sábado, 25 de maio de 2013

against all odds

Listening to Westlife. Shielded from all judgement.

too early. to think.

Quem a todos abandona tem que aceitar a solidão.