dentista, otorrino, oftalmo, pneumo e até acupuntura. já marquei o primeiro e o resto vem na cola.
e-mail pro supermercado perguntando da naturabella. tatiana respondeu e quer ajudar.
porque pra algumas (poucas) coisas quem tem que cuidar de mim sou eu.
(já pra outras -bolo gigante de cenoura com litros de cobertura de chocolate a r$ 14,00, cuscuz, maionese, salada, pipoca, pizza, macarrão, carne, pudim, etc. etc. etc. - tenho quem me ajude...) :-)
7 comentários:
Fiote, de que adianta essa funilaria toda e depois chafurdar em bolos com quilos de cobertura de chocolate, cuscuz, maionese, pizza, tecetera, tecetera... Se bem que, umas boas sessões tântricas nesses entremeios ajuda, né...
Gasto,queria eu ter pique pra ir ao médico. Melo insiste, mas eu odeio fazer exames. Porém, acho que precisarei ir, parece que minha pressão sempre fica alta. Talvez tenha que tomar remédio (nessa idade) e talvez parar de beber. O quê? Eu deixo de beber o remédios às sextas. Será que pode?
Agudamente, o álcool promove dilatação das artérias (vasos nos quais flui sangue oxigenado) com redução da pressão arterial e aumento dos batimentos cardíacos (taquicardia), inclusive naquelas pessoas que já tem hipertensão (pressão alta). Quanto ao efeito crônico do álcool, depende da quantidade ingerida, da alimentação e de outros fatores associados.
De uma maneira geral, quantidades pequenas (máximo de duas doses ao dia) não promovem elevações da pressão arterial ao longo dos anos. Quantidades maiores, continuamente ingeridas, podem aumentar a pressão e até ser a causa principal da hipertensão nessas pessoas.
Todavia, quando se faz o diagnóstico de hipertensão, deve-se orientar a pessoa para a abstensão completa do uso do álcool. Caso isto não leve à normalidade da pressão, não há dados que impeçam a ingestão discreta (uma dose ao dia) por estes indivíduos.
Platão, conforme inscrição no templo de Delphis, sugeriu: "Nada em excesso". Certamente um bom conselho. Uma média de um e meio drink ao dia (uma dose correspondendo a: 50ml de destilados, 375ml de cerveja, 120ml de vinho) pode ser benéfico.
Problemas maiores:
1) Aumento progressivo da quantidade consumida;
2) Possível aumento de peso;
3) Características individuais (antecedentes de problemas no fígado, no estômago, como úlcera, e no pâncreas).
Portanto, não há evidências absolutas para aconselharmos o uso do álcool, como protetor do nosso sistema cardiovascular para a população em geral. Todavia, há evidências de redução, de até 40%,dos eventos cardiovasculares (CV), como infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (derrame) nos homens e mulheres de meia idade (35 a 69 anos), em especial naqueles já portadores de alguma doença CV, com discreta redução nas mortes por qualquer causa.
O que mais confunde é o aumento de doenças devidas ao álcool, como cirrose; câncer da boca, faringe, laringe, esôfago e fígado, dos seios em mulheres; sendo também um risco maior para as mortes violentas (assassinatos e acidentes de trânsito), especialmente em jovens.
Em relação à Doença Aterosclerótica Coronária (entupimento dos vasos que levam sangue para o músculo do coração), embora também dependente da alimentação e de outros hábitos (como exercícios físicos regulares), tudo indica que o álcool pode ser consumido de uma maneira moderada. Para eventual escolha há indícios, embora não definitivos, de que o vinho tinto parece oferecer maiores benefícios do que outras bebidas alcoólicas.
Por Dr. Luiz M. César - Médico do InCor / FMUSP e Hospital Sírio Libanês
:-)
Nenhuma dessas funilarias tá tratando de obesidade, úlcera ou qualquer coisa diretamente causada pelo consumo de cuscuz. :-)
Consumo moderado de álcool diminui pressão, diz estudo
Estudiosos afirmam que resultados não significam uma licença para beber
Pessoas com pressão arterial alta podem ser beneficiadas se ingerirem bebidas alcoólicas em pequenas quantidades e de forma regular, segundo um estudo americano.
Homens com hipertensão reduziram o risco de um ataque cardíaco tomando uma ou duas doses por dia, segundo o estudo publicado na revista científica Annals of Internal Medicine.
Especialistas alertaram que muito álcool pode aumentar a pressão sangüínea e a descoberta feita pela pesquisa não deve ser usada como desculpa para beber, acrescentando que a bebida pode ser prejudicial e não deve ser usada como remédio.
A pesquisa analisou 11.711 homens, profissionais do setor de saúde. Para estes casos, o consumo moderado de bebida alcoólica - um ou dois copos de cerveja, vinho ou uma ou duas doses de bebidas destiladas - reduziu o risco de ataque cardíaco, mesmo nos casos de pressão alta.
Os que bebem menos de uma dose a cada um ou dois dias não registraram queda no risco de ataque cardíaco maior do que os que não bebem.
Limite
Os autores do estudo destacaram que mais de três doses de bebida por dia levam a um aumento na pressão sangüínea e o risco de hipertensão, acrescentando que "nossas descobertas não são uma licença para que homens com hipertensão passem dos limites".
"O consumo excessivo de álcool claramente aumenta a pressão sangüínea e muitos homens hipertensos são aconselhados a não beber. Mas nossos resultados mostram que este conselho pode não ser necessário se estes homens beberem de forma responsável", disse Joline Beulens, uma das líderes dos pesquisadores na Escola de Saúde Pública de Harvard.
Outras pesquisas mostraram que consumo moderado de álcool diminui o risco de doenças cardíacas pois aumenta os níveis do colesterol "bom" e, possivelmente, afinando o sangue.
"Devemos lembrar que beber em excesso leva a graves riscos de saúde. Se você quer melhorar a saúde de seu coração nosso conselho é evitar o cigarro, ter uma dieta balanceada com pouco consumo de sal e gorduras saturadas e realizar atividades físicas regularmente", afirmou Judy O'Sullivan, da organização britânica British Heart Foundation.
Cuidado! Nada é tão simples assim. Se você ler atentamente existem contradições dentro dos próprios textos! Se eleva, diminui a PA... isso tem muito mais a ver com as predisposições de cada indivíduo, com a biopatografia, com os antecedentes familiares... é um inferno isso!
Meio o que eu quis mostrar, ermão. Tudo "depende". Até essa do consumo "moderado", acho que "depende" da pessoa. Infelizmente, nossa medicina diagnóstica ainda não é capaz de individualizar muito as coisas - pelo menos não de maneira fácil e rápida, que nos incentive, como pacientes, a ter vontade de descobrir (e a confiar no que nos dizem). Aí ficamos nessa sábia generalidade: nada em excesso.
Postar um comentário